Rodrigo Goulart
Colunistas da Equipe Esporte Total
Em 22/04/2010 no Jornal Diário do Iguaçú
Só fica se aceitar reduzir
Quando se volta atrás em uma decisão é sinal de que ela foi tomada de maneira precipitada. Ao decretar o retorno de quem foi afastado, a direção da Chapecoense estará confessando o erro. Já se ventilou a possibilidade de reintegração do zagueiro Anelka e do lateral-esquerdo Badé. Agora, a bola da vez é o atacante Bruno Cazarine. Se ele concordar em reduzir o salário – disparado o mais alto do grupo de jogadores – será colocado novamente à disposição do técnico Guilherme Macuglia. Mas Cazagol teria recebido uma proposta interessante de outro clube. A tendência é de que ele e a Chapecoense cheguem a um denominador comum e rescindam o contrato.
A reunião vem aí I
A reunião da Associação de Clubes se aproxima e, por consequência, o aumento do número de participantes no Catarinão volta à tona. Esse assunto será debatido nesta sexta-feira, em Imbituba. A mudança está nas mãos dos dirigentes das agremiações. Essa alteração tende a beneficiar a Chapecoense. Como já fora noticiado há algumas semanas, o presidente de honra do Verdão e ex-prefeito de Chapecó, João Rodrigues, foi convidado a participar do encontro pelo presidente da associação, João Nilson Zunino, e apresentará uma proposta para que o próximo Estadual compreenda 12 times.
A reunião vem aí II
Na concepção de Rodrigues, o Catarinense 2011 deve reunir os oito remanescentes deste ano e os quatro primeiros colocados da Segundona 2010, que teria a participação dos dois rebaixados da primeira divisão – Chapecoense e Juventus. Assim, o torneio de acesso seria disputado por 12 clubes e ofereceria quatro ingressos à elite, ao invés de dez equipes e apenas duas vagas. Se não houver modificação alguma, Verdão e Moleque poderão amargar um semestre inteiro de inatividade em 2011, pois a Segundona é realizada somente na segunda metade da temporada.
Em Concórdia
Concórdia sedia a segunda etapa do Catarinense de Tiro ao Prato. A competição acontece neste fim de semana, no Clube Serafim Rampazzo. Segundo os organizadores, são esperados cerca de 100 atiradores de várias cidades de Santa Catarina. Somente do município serão 25 competidores. A primeira etapa foi realizada no mês de março, em São José, quando a equipe local sagrou-se campeã. Concórdia ficou em segundo lugar. Segundo um dos atiradores concordienses, Neimar Suzin, é muito difícil superar favoritismo de São José, que é o atual campeão estadual.
Bons de mira
A equipe chapecoense de tiro armas curtas caprichou na pontaria durante a terceira etapa do Campeonato Catarinense, no fim de semana, em Joaçaba. Pedro Carlos Pittan faturou o primeiro lugar na categoria pistola ar e Claudinei Pacheco conquistou a prata na pistola livre/50 metros. Na pontuação geral, Chapecó empatou na liderança da pistola livre com Timbó. Ainda faltam seis etapas para o final da competição e a penúltima será em Chapecó, no mês de outubro. O próximo compromisso de Chapecó é o Brasileiro, nos dias 3 e 4 de maio, no Rio.
Adicope
O primeiro turno do Campeonato de Bocha da Adicope se aproxima do fim. Hoje à noite, no trevão de Chapecó, acontece a sétima rodada, a antepenúltima, da referida fase. Confira os jogos: Magia Colchões/Ruy Leiloeiro x BBC Guindastes/Telas Santin, Delar Acabamentos/KMW Distribuidora x Edege/Galvanização Chapecó, Posto Samuara/Adicope/Carleo x Perfitec e CSM/Carvão Catarinense/Cella x Concrebal/Lotérica Sorte Sua. De folga nesta quinta a equipe Silva Car/Kilsen/Carlos Implementos Rodoviários.
Pinceladas
- Reitera-se: “A mudança está nas mãos dos clubes”. São eles que deliberam pelo melhor para o futebol de SC. Delfim disse isso a JR.
- Portanto, não adianta este ou aquele fazer campanha contra ou favor da mudança de regulamento.
- Alguém pode afirmar: “Quando o Marcílio Dias e o Atlético Tubarão cairão nenhum dos dois cogitou sequer mudar a data da Segundona”.
- Convenhamos, para as equipes citadas foi uma benção ficar um ano parado.
- A realidade da Chapecoense é diferente: ostenta mais de cinco mil sócios, tem patrocinadores e o apoio da comunidade.
- O próprio torcedor verde-branco é contra a “virada de mesa”, mas se assusta com a possibilidade de o time permanecer seis meses no ócio.
- Tudo que a agremiação conquistou com tanto suor pode ir por água abaixo.
- Se for impossível incluir os rebaixados na Segundona deste ano, então que antecipe a edição de 2011 para o primeiro semestre. Não é, FCF?
- Só o que falta uma entidade com 200 árbitros e domiciliada em uma sede suntuosa não ter a condição de organizar dois certames simultaneamente.
- Um abraço a todos!
Quando se volta atrás em uma decisão é sinal de que ela foi tomada de maneira precipitada. Ao decretar o retorno de quem foi afastado, a direção da Chapecoense estará confessando o erro. Já se ventilou a possibilidade de reintegração do zagueiro Anelka e do lateral-esquerdo Badé. Agora, a bola da vez é o atacante Bruno Cazarine. Se ele concordar em reduzir o salário – disparado o mais alto do grupo de jogadores – será colocado novamente à disposição do técnico Guilherme Macuglia. Mas Cazagol teria recebido uma proposta interessante de outro clube. A tendência é de que ele e a Chapecoense cheguem a um denominador comum e rescindam o contrato.
A reunião vem aí I
A reunião da Associação de Clubes se aproxima e, por consequência, o aumento do número de participantes no Catarinão volta à tona. Esse assunto será debatido nesta sexta-feira, em Imbituba. A mudança está nas mãos dos dirigentes das agremiações. Essa alteração tende a beneficiar a Chapecoense. Como já fora noticiado há algumas semanas, o presidente de honra do Verdão e ex-prefeito de Chapecó, João Rodrigues, foi convidado a participar do encontro pelo presidente da associação, João Nilson Zunino, e apresentará uma proposta para que o próximo Estadual compreenda 12 times.
A reunião vem aí II
Na concepção de Rodrigues, o Catarinense 2011 deve reunir os oito remanescentes deste ano e os quatro primeiros colocados da Segundona 2010, que teria a participação dos dois rebaixados da primeira divisão – Chapecoense e Juventus. Assim, o torneio de acesso seria disputado por 12 clubes e ofereceria quatro ingressos à elite, ao invés de dez equipes e apenas duas vagas. Se não houver modificação alguma, Verdão e Moleque poderão amargar um semestre inteiro de inatividade em 2011, pois a Segundona é realizada somente na segunda metade da temporada.
Em Concórdia
Concórdia sedia a segunda etapa do Catarinense de Tiro ao Prato. A competição acontece neste fim de semana, no Clube Serafim Rampazzo. Segundo os organizadores, são esperados cerca de 100 atiradores de várias cidades de Santa Catarina. Somente do município serão 25 competidores. A primeira etapa foi realizada no mês de março, em São José, quando a equipe local sagrou-se campeã. Concórdia ficou em segundo lugar. Segundo um dos atiradores concordienses, Neimar Suzin, é muito difícil superar favoritismo de São José, que é o atual campeão estadual.
Bons de mira
A equipe chapecoense de tiro armas curtas caprichou na pontaria durante a terceira etapa do Campeonato Catarinense, no fim de semana, em Joaçaba. Pedro Carlos Pittan faturou o primeiro lugar na categoria pistola ar e Claudinei Pacheco conquistou a prata na pistola livre/50 metros. Na pontuação geral, Chapecó empatou na liderança da pistola livre com Timbó. Ainda faltam seis etapas para o final da competição e a penúltima será em Chapecó, no mês de outubro. O próximo compromisso de Chapecó é o Brasileiro, nos dias 3 e 4 de maio, no Rio.
Adicope
O primeiro turno do Campeonato de Bocha da Adicope se aproxima do fim. Hoje à noite, no trevão de Chapecó, acontece a sétima rodada, a antepenúltima, da referida fase. Confira os jogos: Magia Colchões/Ruy Leiloeiro x BBC Guindastes/Telas Santin, Delar Acabamentos/KMW Distribuidora x Edege/Galvanização Chapecó, Posto Samuara/Adicope/Carleo x Perfitec e CSM/Carvão Catarinense/Cella x Concrebal/Lotérica Sorte Sua. De folga nesta quinta a equipe Silva Car/Kilsen/Carlos Implementos Rodoviários.
Pinceladas
- Reitera-se: “A mudança está nas mãos dos clubes”. São eles que deliberam pelo melhor para o futebol de SC. Delfim disse isso a JR.
- Portanto, não adianta este ou aquele fazer campanha contra ou favor da mudança de regulamento.
- Alguém pode afirmar: “Quando o Marcílio Dias e o Atlético Tubarão cairão nenhum dos dois cogitou sequer mudar a data da Segundona”.
- Convenhamos, para as equipes citadas foi uma benção ficar um ano parado.
- A realidade da Chapecoense é diferente: ostenta mais de cinco mil sócios, tem patrocinadores e o apoio da comunidade.
- O próprio torcedor verde-branco é contra a “virada de mesa”, mas se assusta com a possibilidade de o time permanecer seis meses no ócio.
- Tudo que a agremiação conquistou com tanto suor pode ir por água abaixo.
- Se for impossível incluir os rebaixados na Segundona deste ano, então que antecipe a edição de 2011 para o primeiro semestre. Não é, FCF?
- Só o que falta uma entidade com 200 árbitros e domiciliada em uma sede suntuosa não ter a condição de organizar dois certames simultaneamente.
- Um abraço a todos!