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Estive ontem à tarde, acompanhado do professor Tadeu Costa, em Núcleo Bandeirante, cidade satélite de Brasília, para ver de perto o treino da Chapecoense em preparação ao jogo desta noite pela Copa do Brasil frente ao Brasiliense. O treino foi realizado no estádio da Metropolitana, local em que o Dom Pedro manda os jogos no Campeonato Candango. Estádio acanhado, de grama ruim e que somente esteve liberado porque o técnico do time da casa não apareceu para comandar seu coletivo. Melhor para a Chapecoense já que o estádio fica perto do hotel escolhido pelo Verdão. O clima entre os jogadores era de seriedade e de poucos sorrisos. Eles sabem que a vantagem é grande, porém, a fase requer cuidados extremos. Suca está muito confiante e tenta de todas as formas criar um ambiente de concentração diminuído, se possível, a carga emocional. O que está com melhor astral entre todos é o goleiro Ricardo. Ter fé é muito importante Sem fé não se vai a lugar algum! Pois ao lado do estádio em que a Chapecoense realizou seu treino está localizada esta simpática igrejinha da foto. Pintada de azul claro e toda em madeira ela está encravada na praça central de Núcleo Bandeirante. Uma passada pela frente e uma parada para registrar a foto e também para pedir forças para que a Chapecoense saia deste atoleiro em que se meteu no Campeonato Catarinense. Sem querer adivinhar nada já que esta não é minha função e sequer tenho talento para a clarividência senti que uma aura positiva recobria o grupo na tarde chuvosa de ontem. O Planalto Central é conhecido por seus poderes místicos e dizem atrai forças positivas e até extraterrestres vem aqui para recarregar as baterias. Que assim seja. O jogo de hoje a suas possibilidades A vantagem é gigantesca em favor da Chapecoense. Os três gols marcados em Chapecó criaram para o Brasiliense um problema e tanto. Precisa de no mínimo três gols para levar a decisão de vaga para os pênaltis. Se sofrer um a conta sobe para cinco. O Brasiliense terá de se atirar ao ataque. Se a Chapecoense for competente no ataque fecha a conta ainda na primeira etapa. Suca está com algumas duvidas para escalar a equipe. Pode até voltar a atuar com três zagueiros ou colocar Bido de volante. Se a zaga tiver a formação com três nomes a possibilidade de Waldison ficar de fora é grande. O certo é que a Chapecoense será uma equipe resguardada e jogará fechada. A vantagem foi criada, resta agora mantê-la. Sobe Brasília A Capital Federal é um verdadeiro canteiro de obras. Lula está modernizando Brasília. Desce Imprensa DF Até ontem nenhuma linha sobre Brasiliense e Chapecoense. Em Chapecó nenhum veículo cobriu o jogo. A importância desta semana De quarta a quarta-feira teremos a Chapecoense decidindo seu projeto de futuro. Um jogo pela Copa do Brasil e dois pelo Campeonato Catarinense que valem uma década. Não estou exagerando. Passando pelo Brasiliense teremos o Atlético Mineiro em Chapecó. Vencendo os dois próximos jogos do estadual a Chapecoense coloca o Brusque em cheque. É preciso jogar todas as fichas nesta semana. E isto está sendo feito. Vai dar certo, vamos acreditar. Inter Nem mesmo o golaço na estréia colorada na Libertadores foi suficiente para Nei se manter como titular da ala direita. No último treino antes do embarque para o Equador, onde o Inter enfrenta o Deportivo Quito, amanhâ(11), Bruno Silva treinou como o titular da posição. Não ocorreram testes. Bruno esteve presente na equipe principal por toda a atividade. A posição nunca teve um titular definido. Indicado por Jorge Fossati, acreditava-se que Bruno iniciaria a temporada jogando. Porém, ele viu Nei atuar nos primeiros jogos. O maior poder de marcação do uruguaio é um dos fatores para a troca antes na partida, que será disputada a 2,8 mil metros de altitude. Grêmio Não há uma semana em que Silas fique sem ouvir uma notícia ruim do departamento médico do Grêmio. A terça-feira iniciou com mais um problema para o treinador. Um exame de ressonância magnética confirmou uma lesão muscular na parte posterior da coxa de Hugo. O meia terá que ficar afastado dos jogos por cerca de três semanas. A lesão de Hugo é a terceira do tipo sofrida em duas semanas. As outras duas foram com o centroavante Borges e o meia-atacante Leandro. A direção não descarta a contratação de mais um meia nos próximos dias. Conhecemos bem este drama em Chapecó. |
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